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DOUTRINA DA IGREJA CATÓLICA

A Igreja Católica e a sua Doutrina

 

A Igreja Católica (o termo "católico", derivado da palavra grega: καθολικός (katholikos), significa "universal" ou "geral"), chamada também de Igreja Católica Romana  e Igreja Católica Apostólica Romana , é uma Igreja cristã com aproximadamente dois mil anos, colocada sob a autoridade suprema do Papa, Bispo de Roma e sucessor do apóstolo Pedro. Seu objetivo é a conversão ao ensinamento e à pessoa de Jesus Cristo em vista do Reino de Deus, e concede um papel importante nessa missão à pessoa da Santíssima Virgem Maria (a quem intitulou de "Mãe da Igreja"). Para este fim, a Igreja Católica administra os sacramentos e prega o Evangelho de Jesus Cristo. Atua em programas sociais e instituições em todo o mundo, incluindo escolas, universidades, hospitais e abrigos, bem como administra outras instituições de caridade, que ajudam famílias, pobres, idosos e doentes.

 

A Igreja Católica não pensa como uma Igreja entre outras mas como sendo "A Igreja" estabelecida por Deus para salvar todos os homens. Esta ideia é visível logo no seu nome: o termo "católico" significa universal em grego. Ela elaborou sua doutrina ao longo dos concílios a partir da Bíblia, comentados pelos Pais e pelos doutores da Igreja. Ela propõe uma vida espiritual e uma regra de vida aos seus fiéis inspirada no Evangelho e definidas de maneira precisa. Regida pelo Código de Direito Canónico, ela se compõe, além da sua muita bem conhecida hierarquia ascendente que vai do diácono ao Papa, de vários movimentos apostólicos, que comportam notadamente as ordens religiosas, os institutos seculares e uma ampla diversidade de organizações e movimentos de leigos.

 

Desde o dia 19 de Abril de 2005, a Igreja Católica é liderada pelo Papa Bento XVI. Nesse mesmo ano, ela contava aproximadamente com 1115 milhões de membros  (ou seja, mais de um sexto da população mundial e mais da metade de todos os cristãos, distribuídos principalmente na Europa e nas Américas mas também noutras regiões do mundo. Sua influência na História do pensamento bem como sobre a História da arte é considerável, notadamente na Europa.

 

A Igreja Católica, pretendendo respeitar a cultura e a tradição dos seus fiéis, é por isso actualmente constituída por 23 Igrejas autônomas sui juris, todas elas em comunhão completa e subordinadas ao Papa. Estas Igrejas, apesar de terem a mesma doutrina e fé, possuem uma tradição cultural, histórica, teológica e litúrgica diferentes e uma estrutura e organização territorial separadas. A Igreja Católica é muitas vezes confundida com a Igreja Católica Latina, uma das suas 23 Igrejas autónomas e a maior de todas elas.

 

Doutrina

 

Segundo o Catecismo de São Pio X, a doutrina católica "é a doutrina que Jesus Cristo Nosso Senhor nos ensinou, para nos mostrar o caminho da salvação" e da vida eterna . "As partes principais e mais necessárias da Doutrina [...] são quatro: o Credo, o Pai-Nosso, os Mandamentos e os Sacramentos" .

 

A Igreja Católica afirma que todas as coisas que ela acredita foram sendo gradualmente reveladas por Deus através dos tempos (desde o Antigo Testamento), atingindo a sua plenitude e perfeição em Jesus Cristo (que anunciou definitivamente o Evangelho à humanidade), que é considerado pelos católicos e outros cristãos como o Filho de Deus, o Messias e o Salvador do mundo e da humanidade .

 

Mas, a definição e compreensão da doutrina católica (que é baseada na Revelação divina) é progressiva, necessitando por isso do constante estudo e reflexão da Teologia, mas sempre fiel à Revelação e sempre orientada pelo Magistério da Igreja. A esta definição progressiva da doutrina dá-se o nome de desenvolvimento da doutrina. Esta Revelação imutável e definitiva é transmitida pela Igreja sob a forma de Tradição. A doutrina católica está expressa e resumida no Credo dos Apóstolos, no Credo Niceno-Constantinopolitano e também em variadíssimos documentos da Igreja, como por exemplo no Catecismo da Igreja Católica (CIC) e no seu Compêndio (CCIC).

 

 

COMO SE BEM CONFESSAR

 

 

Muitas confissões não são frutuosas por uma série de motivos. Entre os princípios está a forma superficial como algumas pessoas confessam. Toda confissão exige uma preparação feita com oração e um bom exame de consciência: “… prepara-te… para sair ao encontro de ter Deus” (Am 4,12).

 

 

Papa Francisco

                 A confissão é um ato de amor a Deus. O próprio papa Francisco destacou em uma missa celebrada em Santa Marta em Outubro de 2013, sobre a importância da confissão comentando um texto de São Paulo, leia:

 

 

“Alguns dizem: ‘Ah, eu me confesso com Deus. Mas é fácil, é como confessar-se por email, não? Deus está longe, eu digo as coisas e não tem um cara a cara, não tem um olho no olho. Paulo confessa a sua fraqueza aos irmão cara a cara. Outros: ‘Não, eu vou me confessar’ mas se confessam de coisas tão superficiais, que não têm nenhuma concretização. E isso é o mesmo que não fazê-lo”, afirmou o Papa.

 

 

“Confessar os nossos pecados não é o mesmo que ir à uma sessão com o psiquiatra, nem ir para uma sala de tortura, é dizer ao Senhor: ‘Senhor sou pecador’, mas dizê-lo através de um irmão, para que este dizer seja concreto. ‘E sou pecador por isso, por isso e por isso”, destacou Francisco.

 

 

“Concretização, honestidade e também uma sincera capacidade de se envergonhar dos próprios erros: não existem vielas nas sombras alternativas ao caminho aberto que leva ao perdão de Deus, a perceber no fundo do coração o seu perdão e o seu amor”, continuou o Pontífice.

 

 

Preparação com a Oração

 

 

1. O Local: escolha um lugar tranqüilo para passar um tempo a sós com o Senhor. Se possível, diante do sacrário.

 

 

2. A Oração: tenha presente que a finalidade é preparar-se para uma confissão frutuosa. Se estiver diante do sacrário, fique olhando para Ele sem se preocupar com as palavras. Sinta a presença de vida a brotar desse lugar santo.

 

 

Caso esteja em qualquer outro lugar, não tenha pressa em fazer a oração. Feche seus olhos, enxergue Jesus sorrindo para você e iluminando-o com sua luz.

 

 

A seguir, abra seu coração em agradecimento ao Senhor pela oportunidade de poder renovar Seu perdão em sua vida. Você pode agradecer lembrando fatos do passado em que sentiu a cura de Deus, assim como as bênçãos recebidas desde a sua última confissão.

 

 

O passo seguinte é pedir para fazer um bom exame de consciência

 

 

3. Procurar um sacerdote para fazer uma boa confissão. Ao terminar a confissão, não tenha pressa em retornar as atividades. Permaneça alguns instantes agradecendo pelo perdão recebido, e se houver algo a ser reparado por palavras e atitudes, faça-o sem demora.

 

 

No caso de problemas de relacionamento, ore para que o Senhor tire os efeitos das feridas emocionais, sem ficar buscando culpados. Também interceda pelas pessoas que o magoaram ou que você magoou. Peça o auxílio da graça para que o perdão da confissão vá curando as faltas e defeitos confessados.

 

 

Sugestão de um breve exame de consciência

 

 

1. Mandamento: “Amar a Deus sobre todas as coisas”.

 

 

Tenho dado tempo em meu dia para Deus, buscando-o pela oração, lendo sua Palavra, oferecendo-lhe meus trabalhos e evitando todo mal?

 

 

2. Mandamento: “Não tomar seu santo nome em vão”.

 

 

Sou dado a usar o nome de Deus de qualquer modo? Tenho blasfemado ou feito juramentos falsos? Fiz promessas e não cumpri?

 

 

3. Mandamento: “Guardar domingos e festas”.

 

 

Tenho honrado o dia do Senhor e os dias santificados participando da santa missa, ou tenho trocado por outros compromissos?

 

 

4. Mandamento: “Honrar pai e mãe”.

 

 

Tenho amado os meus pais, independentemente de seus aparentes defeitos? Sendo necessário, tenho colaborado com suas necessidades materiais e espirituais?

 

 

5. Mandamento: “Não matar”.

 

 

Tenho prejudicado a vida, a integridade física, fama ou honra do próximo… Tenho aconselhado ou praticado o aborto? Tenho guardado rancor?

 

 

6. Mandamento: “Não pecar contra a castidade”.

 

 

Tenho consentido em meus pensamentos ou desejos? Respeitei meu corpo ou o corpo de outras pessoas como templo do Espírito Santo?

 

 

7. Mandamento: “Não furtar.”

 

 

Tenho roubado, prejudicado no trabalho ou negócios ou desejado injustamente os bens do próximo?

 

 

8. Mandamento: “Não levantar falso testemunho”.

 

 

Tenho sido leal e verdadeiro? Ou prejudicado os outros com palavras falsas, calúnias, fofocas, juízos temerários, violação de segredo?

 

 

9. Mandamento: “Não desejar a mulher do próximo.”

 

 

Tenho sido fiel a meu esposo ou esposa em meus desejos e relações com os outros?

 

 

10. Mandamento: “Não cobiçar as coisas alheias”.

 

 

Tenho sido dominado pela ambição desregrada, a ponto de usar meios desonestos para alcançar alguma vantagem financeira? Tenho sentido inveja do progresso do meu próximo?

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